Só queria (me) esclarecer uns pontos. Nossa diferença é simples: Não nasci pra aceitar o que tem pra hoje. Nasci pra apostar na melhoria do amanhã.
Arrisco. Perco, ganho. Tento mais uma vez. E sigo.
Não vou dizer que sempre acerto. Muito pelo contrário, sou a campeã das escolhas erradas ou dos mal entendidos. O que eu quero dizer é que vou aproveitando as chances que aparecem, mas não desprezo outras opções por comodidade. Assim como recuso opções com alguma consciência de que consigo coisa melhor. E geralmente ela aparece algum tempo depois.
Já deixei boas chances escaparem (e torço em segredo compartilhado pra que hajam segundas ou terceiras chances), já me machuquei por arriscar demais e por arriscar de menos.
Já perdi amores, já ganhei amores. Já amei tardiamente, já amei antecipadamente. Não me completei, não me senti plena. E sigo.
Que fique claro: Não estou dizendo que ficar estacionado em uma situação é ruim. Longe disso. O problema é parar pra satisfazer os outros. Pra achar uma parte nova, por achar. É quase como improvisar o sete de copas perdido por um pedaço de sufite. Fará o papel desejado, mas está bem longe de ser o ideal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário