sábado, 29 de janeiro de 2011

Ei, futuro.

Às vezes me pego olhando fotos antigas, lendo textos antigos. Olho para os meus olhos nessas fotos, para os meus pensamentos...
Quando eu imaginaria que eu teria ganho bolsas de estudos? Quando que eu imaginaria que seria musicalmente dependente? Quando que eu adivinharia os amigos que teria? Quando que eu pensaria nos amigos que eu deixaria de ter? Quando eu acreditaria que seria possível? Quando eu imaginaria que ele seria meu, por alguns momentos? Quando eu deduziria que fiz a escolha errada?
Olhar o passado me faz bem. Honestamente, adoro cultivar toda essa nostalgia. Penso em ótimos momentos do passado todos os dias, sem um porquê necessário. Alguns momentos simplesmente reaparecem e, quando me dou conta, acabo com um sorriso besta.
Quando imagino o futuro, no entanto, há uma confusão de sentimentos baratos. Medo, incerteza, confiança, fé, tristeza, alegria, satisfação...

Ei, futuro. Um segredo: você me assusta.

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