domingo, 29 de novembro de 2009

Se eu tenho um pouco de Norah, você tem quase tudo de Nick.

Eu escolheria Beatles.
Michelle, em especial.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

É só o vento lá fora.

Estou com medo, tive um pesadelo.

Me diz, por que que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo.


Eu... moro em qualquer lugar.
Eu moro com meus pais.


Como se não houvesse amanhã.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

All about you.

Andando, sem parar, para chegar em lugar nenhum.
O tempo passa, o mundo gira.
Pensamentos vem e vão, mas um único persiste.
Será possível, algum dia?
Não. Sim. Se você tiver sorte.
Eu quero tentar.

Me enganei, me achei, me perdi.
Emoções explosivas, compreensão e o seu olhar.
Não é pra mim, mas sei que um dia já foi.
Entre madrugadas, entre as tardes.
O tempo parava pra nós.
Ou pelo menos pra mim.

Eu quero o seu bem.
E eu sei onde está a sua felicidade.
Te contei e você não acreditou.
Acredite em mim, eu sou o seu futuro.
E o platonismo que me desculpe.

sábado, 7 de novembro de 2009

S.

Eram não mais do que nove e meia da noite de um domingo. Susan estava lá, de pé, em meio às luzes da movimentadíssima avenida da sua cidade, conhecida mundialmente. Ônibus e carros diversos passavam por ela, coloridos em meio a tantas luzes, mas ela nem fazia questão de reparar. Sua mente estava a quilômetros de distância e o máximo que sua atenção fazia era ver se o seu ônibus que estava se aproximando servia.
Chegou, Susan deu o sinal e o ônibus parou. Ela entrou, olhou um lugar e umas pessoas, em forma de borrões. Foi aí que notou aquele garoto. Seus pensamentos sumiram. Susan sentou-se imediatamente atrás dele.
Ele deveria ter por volta de um metro e oitenta, aproximadamente dezoito anos, cabelos escuros e ligeiramente longos, o braço esquerdo cheio de tatuagens. Susan ficou olhando seus traços pelo reflexo do vidro. Tinha traços diferentes. Talvez fosse o nariz. Ou seria a boca? Olhos? Sobrancelha, também. Ela não sabia dizer ao certo, mas sabia que ele fazia uma luzinha se acender no seu inconsciente.
Deixou a sua imaginação ir criando situações adversas a cada curva que o ônibus fazia. Imaginou aquele garoto se levantando e perguntando o porquê ela o olhava tanto. Imaginou ele casualmente deixando seus fones de ouvido caírem e ela pegando e os entregando a ele. Imaginou ele reconhecendo a música que ela ouvia e puxando um assunto qualquer. Imaginou-se tentando chamar a atenção. Imaginou, imaginou...

Subitamente ele apertou o botão e o ônibus parou. Ele desceu.
Susan apenas acompanhou com o olhar.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tudo bem.
Afinal, fui eu mesma que usei o termo 'panos quentes'.

Tenho uns anos pra desistir dessa loucura.
Ou provar que eu sempre estive certa.

Tempo, dite as regras.