E eu? Eu continuo me fazendo de forte, achando que alguém desse meu dia-a-dia vai notar o quão frágil eu sou. Sei ser forte, mas você consegue me destruir com meia dúzia de palavras.
Não é segredo pra ninguém que eu não sei cultivar milhares de relacionamentos ao mesmo tempo. Sei conservar muito bem minhas relações com as pessoas de sempre. E estas sim são ótimas, me fazem um bem inimaginável, incalculável e indescritível. Elas são minhas hemácias, que carregam uma pequena mólécula de oxigênio totalmente essencial pra manutenção da vida. Da minha vida.
Mas... e as novas? Todo mundo precisa do novo. Minha vida também depende do novo. A faculdade, é verdade, supre bem esse ponto. A cada aula que passa, a cada novo dado que eu assimilo, a cada novidade que me mostram. Me faz... feliz. Mas e as pessoas que me acompanham nisso? Não são nada. São meros coadjuvantes. Eu não quero coadjuvantes. Eu quero atores e atrizes! Eu quero gente que interaja comigo. Gente que comemore, gente que chore, gente que demonstre realmente se importar.
Será que eu que estou completamente errada sobre as pessoas?
O meu erro está em se importar com tudo isso?
Ou eu sou o problema?