quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Algum tipo de retrospectiva

Podia dizer que 2010 valeu a pena, sem nem pensar muito e encerrar o assunto. Mas sinto necessidade de rever tudo, mesmo que rapidamente.
2010, assumo que você foi um bom ano. Um ano em que ri de alguns problemas, vi que ainda tem gente que se importa comigo (lê-se diz ter saudades também), encontrei mais gente maluca pelo caminho, arranjei trabalho e não ganho por isso, recebi elogios inesperados, conheci quem eu já conhecia (2x), entendi o poder da vodka, aprendi a me refazer das cinzas, sobrevivi ao pesadelo da N3, conheci um novo lado da química orgânica, continuei não sabendo o que quero pro futuro, aprendi que boas amizades sempre estão aí ou aqui, fiz alguém pagar a língua, dei abraços apertados, chorei em silêncio de saudades, chorei com música de saudades, briguei pela má-interpretação das minhas palavras simples, me magoei por atitudes de quem menos esperava, vi um Beatle (Sir James Paul McCartney!), vi uma das bandas preferidas, não vi uma das bandas preferidas, estou na porta de entrada do pior ano do curso (lê-se mais exaustivo), trabalhei em horários de gente grande, senti medo de uma avalanche de desentendimentos, conheci algumas pessoas novas, desconheci pessoas velhas, adquiri problemas novos, aguentei e superei o medo de perder alguém importante, conheci uma nova doença, me desesperei com o ritmo intenso, fui aplaudida por todos, falei besteiras, fiz alguém sorrir, encorajei quem precisou, dei uma nova chance pra quem quis, tentei ver o lado positivo das coisas.

Amei, sonhei, chorei, gritei, me irritei, sufoquei, ignorei, lutei, briguei, sorri, fotografei, filmei, delirei, me arrependi, acreditei, desejei, consegui, desisti, estudei, li, aprendi, dirigi, apostei, tolerei, duvidei, festejei, bebi, comi, dancei, abracei, beijei, me derreti, afirmei, decidi, demonstrei, imaginei, realizei, quis, me machuquei, dormi.

Obrigada, 2010.

Surpreenda-me, 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O looping eterno.

Parando pra pensar pra valer:
Será que é tão difícil das pessoas entenderem o que eu digo? Porque, sabe, quando eu digo uma coisa, é porque de fato quero dizê-la. Não digo cada frase com mil significados ocultos.
Ok, hora ou outra, faço isso por puro esporte, mas não com a esperança de ser realmente entendida. Então, uma dica: não perca seu tempo tentando decifrar o que eu digo nas entrelinhas porque a chance de não existir é enorme.
E você aí que ainda não percebeu, eu sou de fato uma pessoa exata demais. Trabalho com fatos, não com possibilidades remotas ou nada concretas. Não vou mudar meus planos porque talvez, quem sabe, com alguma sorte, eu vá conseguir, se puder. Não, não. Avalio o que tenho, aponto uma direção e sigo. Se a porta está fechada, não vou procurar a chave por achar que tenho uma pista de onde ela foi perdida.
Eu faço meu destino. Eu assumo minhas escolhas. Uso minhas qualidades pra gravar quem eu sou. Mostro a sinceridade como prova de confiança.
E vivo assim, no meu eterno looping estatístico.

domingo, 19 de dezembro de 2010

System Of A Down voltou.
Vocês, fantasmas-leitores, conseguem entender isso?!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Lembrei hoje do Pedro, que fazia Publicidade e Propaganda e morava em uma república porque era do interior.

Ainda acho, secretamente, que foi algum tipo de piada pra testar o meu humor.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Dakota.

Wake up cold coffee and juice
Remembering you,
What happened to you?
I wonder if we'll meet again
Talk about us instead,
Talk about why did it end.



I don't know where we are going now.